Insônia
Todo sono não revigorante, ou seja, que não descansa, é caracterizado como insônia. Os sintomas podem variar entre dificuldade de iniciar, manter o sono ou ter uma qualidade no sono ruim.
Não atendemos convênios
Todo sono não revigorante, ou seja, que não descansa, é caracterizado como insônia. Os sintomas podem variar entre dificuldade de iniciar, manter o sono ou ter uma qualidade no sono ruim.
Fala-se em insônia crônica quando a dificuldade de dormir ocorre várias vezes por semana e persiste por cerca de três meses ou mais, com reflexos durante o dia. Noites mal dormidas pontuais, ligadas a um estresse específico, são comuns e costumam passar; é a persistência que serve de alerta para buscar avaliação.
Higiene do sono é o conjunto de hábitos que favorecem dormir bem: horários regulares para deitar e levantar, quarto escuro e silencioso, menos cafeína e álcool à noite e evitar telas antes de dormir. Atividade física ao longo do dia ajuda, e não vale "forçar" o sono na cama — se ele não vem, é melhor levantar e voltar quando surgir.
Sim. A terapia cognitivo-comportamental para insônia é considerada tratamento de primeira linha e trabalha os hábitos, os pensamentos e a relação da pessoa com o sono. Boa parte dos casos melhora com mudanças de rotina, muitas vezes sem necessidade de medicação contínua.
Não é recomendável se automedicar. A melatonina tem indicações específicas e não resolve toda insônia — se a causa é ansiedade, depressão ou maus hábitos, ela não ataca o problema. Remédios para dormir usados sem orientação podem levar a tolerância, dependência e efeitos no dia seguinte. O caminho seguro é avaliar a causa com um profissional.
Quando a insônia persiste por semanas, atrapalha a rotina ou vem acompanhada de ansiedade, tristeza prolongada, irritabilidade ou cansaço extremo. A insônia costuma ser sintoma de algo maior; o psiquiatra ajuda a identificar e tratar a causa — não apenas o sintoma.
O autismo em adultos pode envolver dificuldades de comunicação social, rigidez cognitiva e sobrecarga sensorial, exigindo avaliação psiquiátrica e acompanhamento especializado.
Saiba mais →O TDAH em adultos caracteriza-se por desatenção, impulsividade e dificuldade de organização, com impacto funcional no trabalho, nos estudos e nos relacionamentos.
Saiba mais →O laudo psiquiátrico é elaborado a partir de avaliação clínica criteriosa, sendo indicado para TEA, TDAH e sanidade mental para concursos.
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